Me dê suas mãos e venha comigo,
Pois como o poeta dizia: no caminho eu te explico.
Tem hora que conter a emoção faz tudo ficar eterno,
Como beijo de cinema
Como um aconchego bem de perto.
Larga esse medo por que o amanhã só pensa em sorrir,
Num olhar eu te prometo,
O mistério de ser feliz.
Num beijo secarei tuas lagrimas!
Não há o que temer!
Nesse mundo que te fiz
É obrigação ser um sol de alegria!
É dever sorrir e ser feliz.
Mas se um dia esse mundo torna-se prisão,
É porque já não pertences mais a tudo isso.
Fuja dos meus muros e olhe para trás,
Pois lá permanecerei imóvel.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Avesso (Rígel Castro)
Uma rima um ritmo,
Um passo um caminho...
Uma idéia um sentido,
O andar sozinho...
Outra vida virada, ou quem sabe o nada.
Outro canto olhado, com o sorriso acanhado.
Você quer e eu não fico.
Você me pede eu me viro.
Um adeus bem escrito,
Com o horizonte polido.
Um passo um caminho...
Uma idéia um sentido,
O andar sozinho...
Outra vida virada, ou quem sabe o nada.
Outro canto olhado, com o sorriso acanhado.
Você quer e eu não fico.
Você me pede eu me viro.
Um adeus bem escrito,
Com o horizonte polido.
Lembrança ( Rígel Castro)
Os porta-retratos ficaram na estante.
Assim como a lembrança dos seus olhos,
E do teu sorriso,
Não vou movê-los nem um centímetro,
Aqui ficarão bem gravados.
A espera do teu retorno e do teu brilho.
Assim como a lembrança dos seus olhos,
E do teu sorriso,
Não vou movê-los nem um centímetro,
Aqui ficarão bem gravados.
A espera do teu retorno e do teu brilho.
Insônia (Rígel Castro)
Rasgo a madrugada sem pensar no amanhã.
Desço a escada da vida carregando uma mente insana.
Calo meus lábios afiados com um beijo teu.
Demoro a dormir com o calor da saudade.
Não volto a sorrir nem tenho vontade.
Sufoco a utopia com a realidade.
Adio meu sono por mais um verso.
Calo minha boca e beijo eu te peço.
Sufoca minha alma com o tempo regresso.
Desço a escada da vida carregando uma mente insana.
Calo meus lábios afiados com um beijo teu.
Demoro a dormir com o calor da saudade.
Não volto a sorrir nem tenho vontade.
Sufoco a utopia com a realidade.
Adio meu sono por mais um verso.
Calo minha boca e beijo eu te peço.
Sufoca minha alma com o tempo regresso.
Rumo!(Rígel Castro)
Creio que esse tempo já não corre como antes,
E que decepções já não motivam lágrimas.
Tão ártico tem se tornado meu peito,
Que a tristeza já não sente prazer em pedir abrigo,
E a solidão despreza minha companhia.
Acho que já passou,
Da mesma forma que sol vai e a lua vem.
Não creio que faço mais parte disso tudo.
Deveras, sinto que minha estrada já não é a mesma,
Tão curta diferente de outrora.
E que decepções já não motivam lágrimas.
Tão ártico tem se tornado meu peito,
Que a tristeza já não sente prazer em pedir abrigo,
E a solidão despreza minha companhia.
Acho que já passou,
Da mesma forma que sol vai e a lua vem.
Não creio que faço mais parte disso tudo.
Deveras, sinto que minha estrada já não é a mesma,
Tão curta diferente de outrora.
Esperança (Rígel Castro)
Quiçá um dia verei essa terra florida de esperança
E esse povo esbanjando democracia.
Quiçá no futuro essa luta não será em vão.
E esse choro transformar-se-á em sorriso.
Aguardo ansiosamente que um dia saibamos escolher a verdade,
E que abandonemos a ilusão dos compradores de altar,
O dia que passaremos a enxergar um palmo a nossa frente.
Ainda quero ver essas ruas pintadas de alegria,
E as utopias tornado-se realidade.
Ainda quero o júbilo de uma criança,
E o extravasamento da liberdade.
Quiçá estarei aqui para ver meu povo sonhar, sorrir e ACORDAR.
E esse povo esbanjando democracia.
Quiçá no futuro essa luta não será em vão.
E esse choro transformar-se-á em sorriso.
Aguardo ansiosamente que um dia saibamos escolher a verdade,
E que abandonemos a ilusão dos compradores de altar,
O dia que passaremos a enxergar um palmo a nossa frente.
Ainda quero ver essas ruas pintadas de alegria,
E as utopias tornado-se realidade.
Ainda quero o júbilo de uma criança,
E o extravasamento da liberdade.
Quiçá estarei aqui para ver meu povo sonhar, sorrir e ACORDAR.
Medo.(Rígel Castro)
A falta do acerto cria o medo
O exagero cria o medo
O medo cria o medo
A insegurança é escrava do medo
Toda paixão é regada de medo
Toda razão causa medo
Toda loucura mostra o medo
Todo silencio é reflexo do medo
Andamos para a morte com a idéia de vencer na vida.
Todo fim traz o medo
Todo meio faz o medo
Quantos de vocês têm medo?
O medo é inerente ao ser humano
Eu tenho medo!
O medo traz a inspiração
O medo transforma
O medo cala...
O exagero cria o medo
O medo cria o medo
A insegurança é escrava do medo
Toda paixão é regada de medo
Toda razão causa medo
Toda loucura mostra o medo
Todo silencio é reflexo do medo
Andamos para a morte com a idéia de vencer na vida.
Todo fim traz o medo
Todo meio faz o medo
Quantos de vocês têm medo?
O medo é inerente ao ser humano
Eu tenho medo!
O medo traz a inspiração
O medo transforma
O medo cala...
Trovador da solidão (Rígel Castro)
Ando meio pelos cantos.
Pra falar a verdade, ando chorando muito!
Ando sufocado pelas minhas aflições.
Escutando tristeza, me recolhendo em cantos escuros.
Há alguns dias, esqueci qual o significado de um sorriso.
É tão estranho e tão simples...
Ser feliz é ser comum.
Ando meio calado.
Pra falar a verdade, ando meio sem muitas razões.
Louco para que me escutem.
Ando tão só, e o pior, é que sempre estou rodeado de sorrisos.
Meus dias têm sido dolorosamente iguais.
É tão estranho e tão simples.
Ser feliz é ser comum.
Ando meio Tácito.
Muito mais do que os dias normais.
Pra falar a verdade,
Ando... Só...
Pra falar a verdade, ando chorando muito!
Ando sufocado pelas minhas aflições.
Escutando tristeza, me recolhendo em cantos escuros.
Há alguns dias, esqueci qual o significado de um sorriso.
É tão estranho e tão simples...
Ser feliz é ser comum.
Ando meio calado.
Pra falar a verdade, ando meio sem muitas razões.
Louco para que me escutem.
Ando tão só, e o pior, é que sempre estou rodeado de sorrisos.
Meus dias têm sido dolorosamente iguais.
É tão estranho e tão simples.
Ser feliz é ser comum.
Ando meio Tácito.
Muito mais do que os dias normais.
Pra falar a verdade,
Ando... Só...
Adeus do silencio. (Rígel castro)
São raras as lágrimas que secam no rosto!
São poucos os corações que sabem bater de verdade!
Tenho, Estado,
Apenas, Muito, Oposto.
São turvos seus olhos, confuso como o que ouço.
São caminhos estreitos!
Andas nos meus sonhos quando quer,
Creio que já passou da hora de dar adeus!
São raros os que sabem cuidar
São tantos os que não entendem e não sabem amar!
São poucos os corações que sabem bater de verdade!
Tenho, Estado,
Apenas, Muito, Oposto.
São turvos seus olhos, confuso como o que ouço.
São caminhos estreitos!
Andas nos meus sonhos quando quer,
Creio que já passou da hora de dar adeus!
São raros os que sabem cuidar
São tantos os que não entendem e não sabem amar!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Solidão Um dom infernal. (Rígel “Tácito” Castro)
Quem flerta com escuro,
Quem não se contenta em ser apenas normal,
A esses é reservado o medo.
Por mais que mundo me abrace,
O poder de ser só é sempre mais forte.
Lutando contra tudo que me afasta do sorriso,
Percebi que não podemos ser felizes,
Não temos essa qualidade.
O mundo tem mais lágrimas do que sorrisos.
Iremos contribuir com o mar que se forma todos os dias.
Vamos contribuir com a verdadeira realidade.
Não preciso rimar pra mostra minha aflição.
Nem muito menos gritar para que escutem minha dor.
Levo assim sem muita algazarra, admirando os felizes por convenção.
E integrando a linha rala, mas, forte dos que nunca acreditaram na falsa promessa
De ser feliz.
Esquecemos que nada nessa vida se conquista sozinho.
Viver de momentos não vai mudar nem um trecho da nossa história.
Quando se espera uma palavra de amor,
Encontra-se uma voz fria.
Essa é a realidade dos que pensam que sabem amar.
Conhecemos nossos algozes pela sua posição ante a nossa dor.
Não basta o uso das palavras é necessária a forma mais bela de ação.
Frio, Febre e dor...
Levantar em um mundo cheio de pedras humanas é tão complicado!
Nem quem eu achava que me amava foi capaz de me dar esperança.
Só na solidão é que se encontra a razão dos poetas do coração.
Frio, Febre e dor...
Viver de momentos não vai mudar nem um trecho da nossa história.
Quem não se contenta em ser apenas normal,
A esses é reservado o medo.
Por mais que mundo me abrace,
O poder de ser só é sempre mais forte.
Lutando contra tudo que me afasta do sorriso,
Percebi que não podemos ser felizes,
Não temos essa qualidade.
O mundo tem mais lágrimas do que sorrisos.
Iremos contribuir com o mar que se forma todos os dias.
Vamos contribuir com a verdadeira realidade.
Não preciso rimar pra mostra minha aflição.
Nem muito menos gritar para que escutem minha dor.
Levo assim sem muita algazarra, admirando os felizes por convenção.
E integrando a linha rala, mas, forte dos que nunca acreditaram na falsa promessa
De ser feliz.
Esquecemos que nada nessa vida se conquista sozinho.
Viver de momentos não vai mudar nem um trecho da nossa história.
Quando se espera uma palavra de amor,
Encontra-se uma voz fria.
Essa é a realidade dos que pensam que sabem amar.
Conhecemos nossos algozes pela sua posição ante a nossa dor.
Não basta o uso das palavras é necessária a forma mais bela de ação.
Frio, Febre e dor...
Levantar em um mundo cheio de pedras humanas é tão complicado!
Nem quem eu achava que me amava foi capaz de me dar esperança.
Só na solidão é que se encontra a razão dos poetas do coração.
Frio, Febre e dor...
Viver de momentos não vai mudar nem um trecho da nossa história.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
B Negão - Nova Visão
Uma nova revelação, você sempre soube mas ainda não tinha compreendido
Uma nova humanização, a nova geração, passando de mono pra estéreo, em vários tons, é sério, é sério
O microfone, meu megafone, tome emprestado um pouco da minha energia, tem sobrando pra todos os lados
Força importante, uma força a mais pra aturar a pressão que tenta esmagar sua mente contra a parede chapiscada da ilusão
Enxergando a realidade por de trás, depois da curva
Apesar da visão turva e obscura da humanidade em geral
Miopia espiritual, pegou um, pegou geral
Dignidade, simplicidade, infelizmente se tornaram artigos de luxo na atualidade
Falta de vontade, disparidade entre discurso e atitude são maiores pilares dessa situação
Escalafobética, patética, na qual nos metemos, pela qual vivemos e morremos
Algumas vezes mais, pra aprender, reconhecer a todos como irmãos, uns mais evoluídos, outros não... mas todos com sua missão
UMA NOVA VISÃO
O microfone, meu megafone, passando de mono pra estéreo a sua compreensão
Na real, discutir sobre o fim da violência é quase que total perda de tempo, paleativo, nem o sujeiro mais socialmente ativo irá conseguir mudanças minimamente palpáveis
Praticamente apenas praticará o esporte mais popular da humanidade, jogar palavras ao léu, jogar palavras ao vento
Nada muda, enquanto não mudarem os valores na raiz de todos, eu disse todos, exploradores e explorados, violentadores e violentados, tudo é meio a meio, tudo caminha lado-a-lado
Não sei se me entende, mas o que eu digo que a maioria, se movimenta a ação é sempre a mesma
Cadeia alimentar, lei da selva, o mais forte destroça, atropela, passa por cima do mais fraco
Consumismo, super valorização da matéria: o lado espiritual, ou seja, o real, ficou na miséria, a mesma que domina e povoa o planeta terra por sinal
Competição a todo custo, vitória a qualquer custo, estilo de vida fatal, que resultou nesse fiasco, nesse insulto que é hoje a humanidade, esse fracasso
"Faça o que eu falo, não faça o que eu faço"
Eu digo, isso pra mim é o primeiro passo pro que, em bom português, se chama hipocrisia, como é no alto clero, como é em Brasília
B black bota o dedo na ferida, antes de querer que a humanidade mude, que tal mudar um pouco nosso próprio ponto de vista?
Paciência sem subserviência é a combinação mais poderosa desse mundo: somos realmente uma coisa só
O efeito bumerangue táí, provando, levando e trazendo o que há de melhor e pior
Plantamos e colhemos em outros cantos e aqui mesmo, portanto não seja dissimulado, você sabe o que está acontecendo
No centro de tudo, no centro da questão tá a preguiça, a falta de disposição pra mudar
Várias preguiças somadas e o mundo sente o efeito, mentalidade falida, morta viva, não tem jeito
Eu tô dizendo: é preciso quebrar as regras daqui, seguir as regras de lá, com confiança, sangue frio, sem se apavorar
Cada um no seu tempo, cada qual no seu caminho, estradas separadas seguindo pro mesmo objetivo. Destino ou não
Pelo menos no momento, uns mais rápidos, outros lentos, porém no subconsciente todos atentos
Formigamento ao ouvir o chamado, eu não invento nada, só transmito os recados, os fragmentos
Fábio, meu irmão, seguimos na missão, a cabeça erguida e no peito a batida que for, meu coração é exclusivo só do meu senhor
Estilo libertário, vivo nesse mundo mas não sou presidiário da matéria
Procuro me disvicular cada vez mais, desapegar, usar somente o necessário pra passar
Pois quando menos se espera, lá vem mais uma despedida do planeta terra...
Uma nova humanização, a nova geração, passando de mono pra estéreo, em vários tons, é sério, é sério
O microfone, meu megafone, tome emprestado um pouco da minha energia, tem sobrando pra todos os lados
Força importante, uma força a mais pra aturar a pressão que tenta esmagar sua mente contra a parede chapiscada da ilusão
Enxergando a realidade por de trás, depois da curva
Apesar da visão turva e obscura da humanidade em geral
Miopia espiritual, pegou um, pegou geral
Dignidade, simplicidade, infelizmente se tornaram artigos de luxo na atualidade
Falta de vontade, disparidade entre discurso e atitude são maiores pilares dessa situação
Escalafobética, patética, na qual nos metemos, pela qual vivemos e morremos
Algumas vezes mais, pra aprender, reconhecer a todos como irmãos, uns mais evoluídos, outros não... mas todos com sua missão
UMA NOVA VISÃO
O microfone, meu megafone, passando de mono pra estéreo a sua compreensão
Na real, discutir sobre o fim da violência é quase que total perda de tempo, paleativo, nem o sujeiro mais socialmente ativo irá conseguir mudanças minimamente palpáveis
Praticamente apenas praticará o esporte mais popular da humanidade, jogar palavras ao léu, jogar palavras ao vento
Nada muda, enquanto não mudarem os valores na raiz de todos, eu disse todos, exploradores e explorados, violentadores e violentados, tudo é meio a meio, tudo caminha lado-a-lado
Não sei se me entende, mas o que eu digo que a maioria, se movimenta a ação é sempre a mesma
Cadeia alimentar, lei da selva, o mais forte destroça, atropela, passa por cima do mais fraco
Consumismo, super valorização da matéria: o lado espiritual, ou seja, o real, ficou na miséria, a mesma que domina e povoa o planeta terra por sinal
Competição a todo custo, vitória a qualquer custo, estilo de vida fatal, que resultou nesse fiasco, nesse insulto que é hoje a humanidade, esse fracasso
"Faça o que eu falo, não faça o que eu faço"
Eu digo, isso pra mim é o primeiro passo pro que, em bom português, se chama hipocrisia, como é no alto clero, como é em Brasília
B black bota o dedo na ferida, antes de querer que a humanidade mude, que tal mudar um pouco nosso próprio ponto de vista?
Paciência sem subserviência é a combinação mais poderosa desse mundo: somos realmente uma coisa só
O efeito bumerangue táí, provando, levando e trazendo o que há de melhor e pior
Plantamos e colhemos em outros cantos e aqui mesmo, portanto não seja dissimulado, você sabe o que está acontecendo
No centro de tudo, no centro da questão tá a preguiça, a falta de disposição pra mudar
Várias preguiças somadas e o mundo sente o efeito, mentalidade falida, morta viva, não tem jeito
Eu tô dizendo: é preciso quebrar as regras daqui, seguir as regras de lá, com confiança, sangue frio, sem se apavorar
Cada um no seu tempo, cada qual no seu caminho, estradas separadas seguindo pro mesmo objetivo. Destino ou não
Pelo menos no momento, uns mais rápidos, outros lentos, porém no subconsciente todos atentos
Formigamento ao ouvir o chamado, eu não invento nada, só transmito os recados, os fragmentos
Fábio, meu irmão, seguimos na missão, a cabeça erguida e no peito a batida que for, meu coração é exclusivo só do meu senhor
Estilo libertário, vivo nesse mundo mas não sou presidiário da matéria
Procuro me disvicular cada vez mais, desapegar, usar somente o necessário pra passar
Pois quando menos se espera, lá vem mais uma despedida do planeta terra...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
RadioTédioNET.com

RadioTédioNET.com minha nova distração. Peça sua musica... Contatos meu MSN...
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Grito Luz(Rígel Tácito)
Quando o mundo disser sim!
Quando as noites virarem dias!
Quando a brisa para de sopra.
O grito que afoga meu canto e luz que cega à visão
Serão eternos.
Quando a crença existir e a confiança pairar.
Quando o mistério sorrir e o sofrimento acabar.
O grito que afoga meu canto e luz que cega à visão
Serão eternos
Quando tudo acordar,
E a noite se por.
Eu fecharei meus olhos e não abrirei jamais.
Quando as noites virarem dias!
Quando a brisa para de sopra.
O grito que afoga meu canto e luz que cega à visão
Serão eternos.
Quando a crença existir e a confiança pairar.
Quando o mistério sorrir e o sofrimento acabar.
O grito que afoga meu canto e luz que cega à visão
Serão eternos
Quando tudo acordar,
E a noite se por.
Eu fecharei meus olhos e não abrirei jamais.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Recomeçar.(Rígel "Tácito" Castro)
Carrego no peito um coração amargurado
Um coração destroçado por amar demais
Carrego no peito as maiores dualidades que existem na vida:
Amargura e felicidade,
Amor e ódio
Alegria e tristeza.
Carrego no peito um coração tolo,
Que ama sem nada pedir em troca
Que chora sem medo,
Que ama sem limite.
Carrego no peito a imperfeição de tornar possível o impossível.
Carrego no peito um coração cheio de saudades.
Sempre tratei de deixar bem longe os que não sei viver sem,
É o medo da saudade eterna,
É o medo de ser mais preto e branco.
Carrego no peito um coração solitário,
Que sempre procurou um par,
Mas nunca foi capaz de ser companheiro.
Carrego no peito um coração que sempre deu Adeus aos amores,
Por respeito.
Por medo.
Por falta...
Por amor.
Carrego no peito um coração que toda noite demora a dormir,
Agoniado com o amanhã.
Carrego no peito um coração que ora é esperança ora é desilusão.
Carrego peito a dor de amar de verdade, sem barreiras, sem limites, sem hora, sem distância.
Carrego no peito a coragem,
De enxugar as lagrimas com um sorriso,
De voltar atrás após o erro.
De recomeçar o que parecia ter fim.
Carrego no coração a calma, o sossego de um ser que já viu o mundo de perto.
Esperança...
Um coração destroçado por amar demais
Carrego no peito as maiores dualidades que existem na vida:
Amargura e felicidade,
Amor e ódio
Alegria e tristeza.
Carrego no peito um coração tolo,
Que ama sem nada pedir em troca
Que chora sem medo,
Que ama sem limite.
Carrego no peito a imperfeição de tornar possível o impossível.
Carrego no peito um coração cheio de saudades.
Sempre tratei de deixar bem longe os que não sei viver sem,
É o medo da saudade eterna,
É o medo de ser mais preto e branco.
Carrego no peito um coração solitário,
Que sempre procurou um par,
Mas nunca foi capaz de ser companheiro.
Carrego no peito um coração que sempre deu Adeus aos amores,
Por respeito.
Por medo.
Por falta...
Por amor.
Carrego no peito um coração que toda noite demora a dormir,
Agoniado com o amanhã.
Carrego no peito um coração que ora é esperança ora é desilusão.
Carrego peito a dor de amar de verdade, sem barreiras, sem limites, sem hora, sem distância.
Carrego no peito a coragem,
De enxugar as lagrimas com um sorriso,
De voltar atrás após o erro.
De recomeçar o que parecia ter fim.
Carrego no coração a calma, o sossego de um ser que já viu o mundo de perto.
Esperança...
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Rígel Castro
Queria ter forças para correr dias sem parar.
Quem sabe fazer uma reprise de “forest gump”.
Correr sem destino, sem compromisso.
Correr tão rápido que nada que me cause dor consiga alcançar-me.
Correr e olhar a tristeza ficar pra trás... Sem forças para me aprisionar!
Correr e esquecer um pouco do mundo...
Esquecer dos sonhos
Esquecer você!
Olhar o sol nascer e morrer!
Esquecer que existe tempo...
Esquecer que te amo...
Viver só! Sem nada pra me fazer sofrer.
Sonhar dias inteiros!
Discursar horas e horas!
Fazer planos de papel... E à noite queimá-los.
Ser só eu!
Quem sabe fazer uma reprise de “forest gump”.
Correr sem destino, sem compromisso.
Correr tão rápido que nada que me cause dor consiga alcançar-me.
Correr e olhar a tristeza ficar pra trás... Sem forças para me aprisionar!
Correr e esquecer um pouco do mundo...
Esquecer dos sonhos
Esquecer você!
Olhar o sol nascer e morrer!
Esquecer que existe tempo...
Esquecer que te amo...
Viver só! Sem nada pra me fazer sofrer.
Sonhar dias inteiros!
Discursar horas e horas!
Fazer planos de papel... E à noite queimá-los.
Ser só eu!
domingo, 27 de setembro de 2009
Eu não, Nós. (Rígel Castro)
Não deixe que o tempo apague o amor,
Não deixe o tempo passar em vão,
Ele é responsável por destruir a perfeição.
Ele trabalha no silencio dos dias.
E, no fim, comemora a derrocada da alegria.
Cuida da tua alma, e da do próximo.
Não olhe a vida em apenas um sentido.
Veja o horizonte que surge... Ele é colorido, e não cinza como você vê.
Fixa teus olhos na felicidade coletiva, esquece teu eu.
Ninguém é capaz de amar coberto por barreiras.
Ninguém é capaz de sorrir sentindo dor.
Sonha com tudo que quiser,
Mas não deixe de acordar pra mudar o mundo.
Não deixe de olhar pra mim com esperança no olhar.
Não me faça esquecer de teu sorriso.
Ele é responsável pela minha ilusão.
Ele anuncia o fim.
Ele mostra o medo da solidão.
Não deixe o tempo passar em vão,
Ele é responsável por destruir a perfeição.
Ele trabalha no silencio dos dias.
E, no fim, comemora a derrocada da alegria.
Cuida da tua alma, e da do próximo.
Não olhe a vida em apenas um sentido.
Veja o horizonte que surge... Ele é colorido, e não cinza como você vê.
Fixa teus olhos na felicidade coletiva, esquece teu eu.
Ninguém é capaz de amar coberto por barreiras.
Ninguém é capaz de sorrir sentindo dor.
Sonha com tudo que quiser,
Mas não deixe de acordar pra mudar o mundo.
Não deixe de olhar pra mim com esperança no olhar.
Não me faça esquecer de teu sorriso.
Ele é responsável pela minha ilusão.
Ele anuncia o fim.
Ele mostra o medo da solidão.
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