sábado, 24 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Recomeçar.(Rígel "Tácito" Castro)
Carrego no peito um coração amargurado
Um coração destroçado por amar demais
Carrego no peito as maiores dualidades que existem na vida:
Amargura e felicidade,
Amor e ódio
Alegria e tristeza.
Carrego no peito um coração tolo,
Que ama sem nada pedir em troca
Que chora sem medo,
Que ama sem limite.
Carrego no peito a imperfeição de tornar possível o impossível.
Carrego no peito um coração cheio de saudades.
Sempre tratei de deixar bem longe os que não sei viver sem,
É o medo da saudade eterna,
É o medo de ser mais preto e branco.
Carrego no peito um coração solitário,
Que sempre procurou um par,
Mas nunca foi capaz de ser companheiro.
Carrego no peito um coração que sempre deu Adeus aos amores,
Por respeito.
Por medo.
Por falta...
Por amor.
Carrego no peito um coração que toda noite demora a dormir,
Agoniado com o amanhã.
Carrego no peito um coração que ora é esperança ora é desilusão.
Carrego peito a dor de amar de verdade, sem barreiras, sem limites, sem hora, sem distância.
Carrego no peito a coragem,
De enxugar as lagrimas com um sorriso,
De voltar atrás após o erro.
De recomeçar o que parecia ter fim.
Carrego no coração a calma, o sossego de um ser que já viu o mundo de perto.
Esperança...
Um coração destroçado por amar demais
Carrego no peito as maiores dualidades que existem na vida:
Amargura e felicidade,
Amor e ódio
Alegria e tristeza.
Carrego no peito um coração tolo,
Que ama sem nada pedir em troca
Que chora sem medo,
Que ama sem limite.
Carrego no peito a imperfeição de tornar possível o impossível.
Carrego no peito um coração cheio de saudades.
Sempre tratei de deixar bem longe os que não sei viver sem,
É o medo da saudade eterna,
É o medo de ser mais preto e branco.
Carrego no peito um coração solitário,
Que sempre procurou um par,
Mas nunca foi capaz de ser companheiro.
Carrego no peito um coração que sempre deu Adeus aos amores,
Por respeito.
Por medo.
Por falta...
Por amor.
Carrego no peito um coração que toda noite demora a dormir,
Agoniado com o amanhã.
Carrego no peito um coração que ora é esperança ora é desilusão.
Carrego peito a dor de amar de verdade, sem barreiras, sem limites, sem hora, sem distância.
Carrego no peito a coragem,
De enxugar as lagrimas com um sorriso,
De voltar atrás após o erro.
De recomeçar o que parecia ter fim.
Carrego no coração a calma, o sossego de um ser que já viu o mundo de perto.
Esperança...
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Rígel Castro
Queria ter forças para correr dias sem parar.
Quem sabe fazer uma reprise de “forest gump”.
Correr sem destino, sem compromisso.
Correr tão rápido que nada que me cause dor consiga alcançar-me.
Correr e olhar a tristeza ficar pra trás... Sem forças para me aprisionar!
Correr e esquecer um pouco do mundo...
Esquecer dos sonhos
Esquecer você!
Olhar o sol nascer e morrer!
Esquecer que existe tempo...
Esquecer que te amo...
Viver só! Sem nada pra me fazer sofrer.
Sonhar dias inteiros!
Discursar horas e horas!
Fazer planos de papel... E à noite queimá-los.
Ser só eu!
Quem sabe fazer uma reprise de “forest gump”.
Correr sem destino, sem compromisso.
Correr tão rápido que nada que me cause dor consiga alcançar-me.
Correr e olhar a tristeza ficar pra trás... Sem forças para me aprisionar!
Correr e esquecer um pouco do mundo...
Esquecer dos sonhos
Esquecer você!
Olhar o sol nascer e morrer!
Esquecer que existe tempo...
Esquecer que te amo...
Viver só! Sem nada pra me fazer sofrer.
Sonhar dias inteiros!
Discursar horas e horas!
Fazer planos de papel... E à noite queimá-los.
Ser só eu!
domingo, 27 de setembro de 2009
Eu não, Nós. (Rígel Castro)
Não deixe que o tempo apague o amor,
Não deixe o tempo passar em vão,
Ele é responsável por destruir a perfeição.
Ele trabalha no silencio dos dias.
E, no fim, comemora a derrocada da alegria.
Cuida da tua alma, e da do próximo.
Não olhe a vida em apenas um sentido.
Veja o horizonte que surge... Ele é colorido, e não cinza como você vê.
Fixa teus olhos na felicidade coletiva, esquece teu eu.
Ninguém é capaz de amar coberto por barreiras.
Ninguém é capaz de sorrir sentindo dor.
Sonha com tudo que quiser,
Mas não deixe de acordar pra mudar o mundo.
Não deixe de olhar pra mim com esperança no olhar.
Não me faça esquecer de teu sorriso.
Ele é responsável pela minha ilusão.
Ele anuncia o fim.
Ele mostra o medo da solidão.
Não deixe o tempo passar em vão,
Ele é responsável por destruir a perfeição.
Ele trabalha no silencio dos dias.
E, no fim, comemora a derrocada da alegria.
Cuida da tua alma, e da do próximo.
Não olhe a vida em apenas um sentido.
Veja o horizonte que surge... Ele é colorido, e não cinza como você vê.
Fixa teus olhos na felicidade coletiva, esquece teu eu.
Ninguém é capaz de amar coberto por barreiras.
Ninguém é capaz de sorrir sentindo dor.
Sonha com tudo que quiser,
Mas não deixe de acordar pra mudar o mundo.
Não deixe de olhar pra mim com esperança no olhar.
Não me faça esquecer de teu sorriso.
Ele é responsável pela minha ilusão.
Ele anuncia o fim.
Ele mostra o medo da solidão.
domingo, 6 de setembro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Minha Tarde (Rígel Castro)
Hoje é um dia incomum...
Hoje é dia do medo de perder!
Hoje eu te vi,
Mas não beijei você!
Hoje perdi minha tarde, com pensamentos inúteis.
Ah!... Se pelo menos eu tivesse a coragem de perder!
Perder o jogo,
Perder a vida,
Perder Você.
Hoje, acordei com o coração radiante de luz e esperança,
Afinal, hoje é segunda feira!
O que seria da semana sem o raiar de sol da segunda?
Mas, hoje, eu não beijei você!
É incrível como um simples gesto transforma a luz em treva!
Hoje me senti mais “amigo”!
Mais "sem você" do que nunca... Mas o que eu posso fazer?
Hoje é segunda, passei na rua e vi você, mas não te beijei!
Hoje é um dia incomum, que é presságio de dias comuns!
Enquanto os carros passavam... Eu vi você indo embora...
Perguntando-me, se tudo ainda existia...
Se tudo era tão real... O quanto minha alma pedia pra não ser.
Se a distancia permitisse-me... Eu sairia daqui nesse momento, só pra beijar-te.
Pois não queria que esse dia fosse um dia incomum...
Não queria lembrar que te vi e não te beijei!
Hoje é dia do medo de perder!
Hoje eu te vi,
Mas não beijei você!
Hoje perdi minha tarde, com pensamentos inúteis.
Ah!... Se pelo menos eu tivesse a coragem de perder!
Perder o jogo,
Perder a vida,
Perder Você.
Hoje, acordei com o coração radiante de luz e esperança,
Afinal, hoje é segunda feira!
O que seria da semana sem o raiar de sol da segunda?
Mas, hoje, eu não beijei você!
É incrível como um simples gesto transforma a luz em treva!
Hoje me senti mais “amigo”!
Mais "sem você" do que nunca... Mas o que eu posso fazer?
Hoje é segunda, passei na rua e vi você, mas não te beijei!
Hoje é um dia incomum, que é presságio de dias comuns!
Enquanto os carros passavam... Eu vi você indo embora...
Perguntando-me, se tudo ainda existia...
Se tudo era tão real... O quanto minha alma pedia pra não ser.
Se a distancia permitisse-me... Eu sairia daqui nesse momento, só pra beijar-te.
Pois não queria que esse dia fosse um dia incomum...
Não queria lembrar que te vi e não te beijei!
domingo, 9 de agosto de 2009
Tácito (Rígel Castro)
Implícito,
Silencioso,
E Calado!
Sem os ruídos das ondas,
Das águas correntes
Das folhas agitadas
Sou uma estrela sem voz.
Sou o apelo do eu e do nós.
Silencioso,
E Calado!
Sem os ruídos das ondas,
Das águas correntes
Das folhas agitadas
Sou uma estrela sem voz.
Sou o apelo do eu e do nós.
Rígel Castro!
Qual é a cor do infinito?
Que cor é essa que tanto me angustia
Quero olhar para o céu para ver as estrelas
E não o infinito
Ver a lua e não a escuridão
Ver a luz e não a SOLIDÃO
Que cor é essa que tanto me angustia
Quero olhar para o céu para ver as estrelas
E não o infinito
Ver a lua e não a escuridão
Ver a luz e não a SOLIDÃO
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