Noites escuras!
Luas apagadas!
Ventos frios!
Sozinho no meio do silencio!
Vou trilhando a noite...
Vou decifrando o breu...
Vou tentando traduzir a aflição do meu eu.
Vou criando mundos e sonhos,
Vou correndo em uma floresta de espinhos,
Rasgando minha pele sem sentir dor.
Gritando no meio de uma multidão de surdos,
Vou caminhando contra a maré de gente,
Vou contrariando a lógica
Vou lutando contra o mundo.
Não quero ser engolido, não posso ser engolido... Não vou ser engolido!
domingo, 9 de agosto de 2009
Rígel Castro
Sou amante sem amor
Sou um ser sem vida!
Sou um quase!
Sou quase!
Sou um quase sorriso,
Sou um quase feliz,
Sou um quase vitorioso,
Sou um apaixonado sem uma grande paixão.
Sou um falso grito!
Sou louco, porém muito lúcido.
Sou feliz e, carrego a infelicidade.
Sou o quase que muitos amam e admiram.
Mas sou apenas o quase...
Que sonha!
Talvez a felicidade e o paraíso não existam de verdade,
Ou seja, um “tácito” como eu, é incapaz de sentir tudo isso!
Sou um ser sem vida!
Sou um quase!
Sou quase!
Sou um quase sorriso,
Sou um quase feliz,
Sou um quase vitorioso,
Sou um apaixonado sem uma grande paixão.
Sou um falso grito!
Sou louco, porém muito lúcido.
Sou feliz e, carrego a infelicidade.
Sou o quase que muitos amam e admiram.
Mas sou apenas o quase...
Que sonha!
Talvez a felicidade e o paraíso não existam de verdade,
Ou seja, um “tácito” como eu, é incapaz de sentir tudo isso!
Rígel Castro!
Queria ter forças para correr dias sem parar.
Quem sabe fazer uma reprise de “forest gump”.
Correr sem destino, sem compromisso.
Correr tão rápido que nada que me cause dor consiga alcançar-me.
Correr e olhar a tristeza ficar pra trás... Sem forças para me aprisionar!
Correr e esquecer um pouco do mundo...
Esquecer dos sonhos
Esquecer você!
Olhar o sol nascer e morrer!
Esquecer que existe tempo...
Esquecer que te amo...
Viver só! Sem nada pra me fazer sofrer.
Sonhar dias inteiros!
Discursar horas e horas!
Fazer planos de papel... E à noite queimá-los.
Ser só eu!
Quem sabe fazer uma reprise de “forest gump”.
Correr sem destino, sem compromisso.
Correr tão rápido que nada que me cause dor consiga alcançar-me.
Correr e olhar a tristeza ficar pra trás... Sem forças para me aprisionar!
Correr e esquecer um pouco do mundo...
Esquecer dos sonhos
Esquecer você!
Olhar o sol nascer e morrer!
Esquecer que existe tempo...
Esquecer que te amo...
Viver só! Sem nada pra me fazer sofrer.
Sonhar dias inteiros!
Discursar horas e horas!
Fazer planos de papel... E à noite queimá-los.
Ser só eu!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
“Só poderei sorrir no dia em que o mundo sorri e a dor for só uma lembrança distante.” (Rígel Castro)
“Só poderei sorrir no dia em que o mundo sorri e a dor for só uma lembrança distante.”
Aconselho-te a nunca perder a esperança no ser humano pois, é nessa utopia que vive a chave para mudar o mundo. Muitas vezes senti essa mesma desilusão, mas ao contrario de você, o meu sofrimento não foi por fantasiar um fato, mas sim, por viver no mundo real.
Aconselho-te a nunca perder a esperança no ser humano pois, é nessa utopia que vive a chave para mudar o mundo. Muitas vezes senti essa mesma desilusão, mas ao contrario de você, o meu sofrimento não foi por fantasiar um fato, mas sim, por viver no mundo real.
Os dias que teimam em ser eternos. (Rígel Castro)
Só queria por uma vez olhar nos olhos das pessoas e conseguir enxergar a esperança.
A minha acabou
É triste...
Mas acabou.
E é por isso que a solidão se aprisionou nos meus sonhos.
Procuro o que não vou encontrar,
E tento escutar o que não existe.
Luto contra um mundo cheio de seres irracionais.
Mas quem merece meu sangue?
Quem merece a minha dor?
Carrego no meu nome o sinônimo da tristeza e da solidão.
Sonho coisas tão impossíveis!
A vida daquele que ama,
Sem nada pedir em troca,
Nem sempre parece ser
O que o sorriso deixa transparecer
A minha acabou
É triste...
Mas acabou.
E é por isso que a solidão se aprisionou nos meus sonhos.
Procuro o que não vou encontrar,
E tento escutar o que não existe.
Luto contra um mundo cheio de seres irracionais.
Mas quem merece meu sangue?
Quem merece a minha dor?
Carrego no meu nome o sinônimo da tristeza e da solidão.
Sonho coisas tão impossíveis!
A vida daquele que ama,
Sem nada pedir em troca,
Nem sempre parece ser
O que o sorriso deixa transparecer
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Choro da minha alma! (Rígel “Tácito” Castro)

Choro da minha alma!
(Rígel “Tácito” Castro)
Porque os horizontes são tão distantes?
Hoje minha alma chora...
A realidade é a causa dessa dor!
A incapacidade de lutar por sonhos tão simples!
Hoje meu soluço é prolongado e, a dor não é passageira!
Em que ponto da vida eu errei?
Em que ponto eu fui omisso?
Em que lugar eu deixei de lutar?
Quando fui um opressor?
Reconheço a derrota como um homem honrado.
Mas não contenho as lágrimas, pois dentro de mim vive um ser humano.
Ser humano arrasado por uma guerra.
Que não encontra força, senão na esperança!
Hoje me afogo na tristeza do meu quarto.
Talvez à espera de um anjo pra me acalmar.
Suplicando por paz em uma noite longa.
Transformo meu rosto em uma cachoeira de lagrimas;
Eu estou tão cansado!
E o mundo não pode me ouvir!
Por mais que eu suba, eles nunca escutaram o choro sincero de um alguém,
Que não enxerga a Luz!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Bob Marley
É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida.
terça-feira, 16 de junho de 2009
"Resolução"Bertold Brecht
Considerando nossa fraqueza os senhores forjaram
Suas leis, para nos escravizarem.
As leis não mais serão respeitadas
Considerando que não queremos mais ser escravos.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e com canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que ficaremos famintos
Se suportarmos que continuem nos roubando
Queremos deixar bem claro que são apenas vidraças
Que nos separam deste bom pão que nos falta.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria que a morte.
Considerando que existem grandes mansões
Enquanto os senhores nos deixam sem teto
Nós decidimos: agora nelas nos instalaremos
Porque em nossos buracos não temos mais condições de ficar.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que está sobrando carvão
Enquanto nós gelamos de frio por falta de carvão
Nós decidimos que vamos tomá-lo
Considerando que ele nos aquecerá
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que para os senhores não é possível
Nos pagarem um salário justo
Tomaremos nós mesmos as fábricas
Considerando que sem os senhores, tudo será melhor para nós.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria que a morte.
Considerando que o que o governo nos promete sempre
Está muito longe de nos inspirar confiança
Nós decidimos tomar o poder
Para podermos levar uma vida melhor.
Considerando: vocês escutam os canhões
Outra linguagem não conseguem compreender -
Deveremos então, sim, isso valerá a pena
Apontar os canhões contra os senhores!
Suas leis, para nos escravizarem.
As leis não mais serão respeitadas
Considerando que não queremos mais ser escravos.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e com canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que ficaremos famintos
Se suportarmos que continuem nos roubando
Queremos deixar bem claro que são apenas vidraças
Que nos separam deste bom pão que nos falta.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria que a morte.
Considerando que existem grandes mansões
Enquanto os senhores nos deixam sem teto
Nós decidimos: agora nelas nos instalaremos
Porque em nossos buracos não temos mais condições de ficar.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que está sobrando carvão
Enquanto nós gelamos de frio por falta de carvão
Nós decidimos que vamos tomá-lo
Considerando que ele nos aquecerá
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que para os senhores não é possível
Nos pagarem um salário justo
Tomaremos nós mesmos as fábricas
Considerando que sem os senhores, tudo será melhor para nós.
Considerando que os senhores nos ameaçam
Com fuzis e canhões
Nós decidimos: de agora em diante
Temeremos mais a miséria que a morte.
Considerando que o que o governo nos promete sempre
Está muito longe de nos inspirar confiança
Nós decidimos tomar o poder
Para podermos levar uma vida melhor.
Considerando: vocês escutam os canhões
Outra linguagem não conseguem compreender -
Deveremos então, sim, isso valerá a pena
Apontar os canhões contra os senhores!
sábado, 6 de junho de 2009
Pergunta nº 862 Livro dos espíritos.
862. Há pessoas que nunca conseguem êxito na vida e que um mau gênio parece perseguir em todos os seus empreendimentos. Não é isso o que podemos chamar fatalidade ?
-- Pode ser fatalidade, se assim o quiserdes, mas decorrente da escolha do gênero de existência, porque essas pessoas quiseram ser experimentadas por uma vida de decepções, a fim de exercitarem a sua paciência e a sua resignação. Não creias, entretanto, que seja isso o que fatalmente acontece; muitas vezes é apenas o resultado de haverem elas tomado um caminho errado, que não está de acordo com a sua inteligência e as suas aptidões. Aquele que quer atravessar um rio a nado, sem saber nadar, tem grande probabilidade de morrer afogado. Assim acontece na maioria das ocorrências da vida. Se o homem não empreendesse mais do que aquilo que está de acordo com as suas faculdades, triunfaria quase sempre; o que o perde é o seu amor-próprio e a sua ambição, que o desviam do caminho para tomar por vocação o simples desejo de satisfazer certas paixões. Então fracassa e a culpa é sua, mas em vez de reconhecer o erro prefere acusar a sua estrela. Há o que teria sido um bom operário, ganhando honradamente a vida, mas se fez mau poeta e morre de fome. Haveria lugar para todos, se cada um soubesse ocupar o seu lugar.
-- Pode ser fatalidade, se assim o quiserdes, mas decorrente da escolha do gênero de existência, porque essas pessoas quiseram ser experimentadas por uma vida de decepções, a fim de exercitarem a sua paciência e a sua resignação. Não creias, entretanto, que seja isso o que fatalmente acontece; muitas vezes é apenas o resultado de haverem elas tomado um caminho errado, que não está de acordo com a sua inteligência e as suas aptidões. Aquele que quer atravessar um rio a nado, sem saber nadar, tem grande probabilidade de morrer afogado. Assim acontece na maioria das ocorrências da vida. Se o homem não empreendesse mais do que aquilo que está de acordo com as suas faculdades, triunfaria quase sempre; o que o perde é o seu amor-próprio e a sua ambição, que o desviam do caminho para tomar por vocação o simples desejo de satisfazer certas paixões. Então fracassa e a culpa é sua, mas em vez de reconhecer o erro prefere acusar a sua estrela. Há o que teria sido um bom operário, ganhando honradamente a vida, mas se fez mau poeta e morre de fome. Haveria lugar para todos, se cada um soubesse ocupar o seu lugar.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
A Via Láctea(Legião Urbana)
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso!
É só hoje e isso passa...
Só me deixe aqui quieto
Isso passa.
Amanhã é outro dia
Não é?
Eu nem sei por quê me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim.
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou.
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim...
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso!
É só hoje e isso passa...
Só me deixe aqui quieto
Isso passa.
Amanhã é outro dia
Não é?
Eu nem sei por quê me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim.
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou.
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim...
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