.

domingo, 27 de setembro de 2009

Eu não, Nós. (Rígel Castro)

Não deixe que o tempo apague o amor,
Não deixe o tempo passar em vão,
Ele é responsável por destruir a perfeição.
Ele trabalha no silencio dos dias.
E, no fim, comemora a derrocada da alegria.

Cuida da tua alma, e da do próximo.
Não olhe a vida em apenas um sentido.
Veja o horizonte que surge... Ele é colorido, e não cinza como você vê.
Fixa teus olhos na felicidade coletiva, esquece teu eu.

Ninguém é capaz de amar coberto por barreiras.
Ninguém é capaz de sorrir sentindo dor.
Sonha com tudo que quiser,
Mas não deixe de acordar pra mudar o mundo.

Não deixe de olhar pra mim com esperança no olhar.
Não me faça esquecer de teu sorriso.
Ele é responsável pela minha ilusão.
Ele anuncia o fim.
Ele mostra o medo da solidão.

domingo, 6 de setembro de 2009

Saudade! Do que não se foi!

Já com Ares de um novo mundo!
Com saudade dos meu amores!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Minha Tarde (Rígel Castro)

Hoje é um dia incomum...
Hoje é dia do medo de perder!
Hoje eu te vi,
Mas não beijei você!

Hoje perdi minha tarde, com pensamentos inúteis.
Ah!... Se pelo menos eu tivesse a coragem de perder!

Perder o jogo,
Perder a vida,
Perder Você.

Hoje, acordei com o coração radiante de luz e esperança,
Afinal, hoje é segunda feira!
O que seria da semana sem o raiar de sol da segunda?
Mas, hoje, eu não beijei você!

É incrível como um simples gesto transforma a luz em treva!
Hoje me senti mais “amigo”!
Mais "sem você" do que nunca... Mas o que eu posso fazer?
Hoje é segunda, passei na rua e vi você, mas não te beijei!


Hoje é um dia incomum, que é presságio de dias comuns!
Enquanto os carros passavam... Eu vi você indo embora...
Perguntando-me, se tudo ainda existia...
Se tudo era tão real... O quanto minha alma pedia pra não ser.

Se a distancia permitisse-me... Eu sairia daqui nesse momento, só pra beijar-te.
Pois não queria que esse dia fosse um dia incomum...
Não queria lembrar que te vi e não te beijei!

domingo, 9 de agosto de 2009

Tácito (Rígel Castro)

Implícito,
Silencioso,
E Calado!

Sem os ruídos das ondas,
Das águas correntes
Das folhas agitadas
Sou uma estrela sem voz.
Sou o apelo do eu e do nós.

Rígel Castro!

Qual é a cor do infinito?
Que cor é essa que tanto me angustia


Quero olhar para o céu para ver as estrelas
E não o infinito
Ver a lua e não a escuridão
Ver a luz e não a SOLIDÃO

Gritando ( Rígel Castro)

Noites escuras!
Luas apagadas!
Ventos frios!
Sozinho no meio do silencio!
Vou trilhando a noite...
Vou decifrando o breu...
Vou tentando traduzir a aflição do meu eu.


Vou criando mundos e sonhos,
Vou correndo em uma floresta de espinhos,
Rasgando minha pele sem sentir dor.


Gritando no meio de uma multidão de surdos,
Vou caminhando contra a maré de gente,
Vou contrariando a lógica
Vou lutando contra o mundo.


Não quero ser engolido, não posso ser engolido... Não vou ser engolido!

Rígel Castro

Sou amante sem amor
Sou um ser sem vida!
Sou um quase!
Sou quase!

Sou um quase sorriso,
Sou um quase feliz,
Sou um quase vitorioso,
Sou um apaixonado sem uma grande paixão.

Sou um falso grito!
Sou louco, porém muito lúcido.
Sou feliz e, carrego a infelicidade.
Sou o quase que muitos amam e admiram.
Mas sou apenas o quase...
Que sonha!

Talvez a felicidade e o paraíso não existam de verdade,
Ou seja, um “tácito” como eu, é incapaz de sentir tudo isso!

Rígel Castro!

Queria ter forças para correr dias sem parar.
Quem sabe fazer uma reprise de “forest gump”.
Correr sem destino, sem compromisso.
Correr tão rápido que nada que me cause dor consiga alcançar-me.
Correr e olhar a tristeza ficar pra trás... Sem forças para me aprisionar!


Correr e esquecer um pouco do mundo...
Esquecer dos sonhos
Esquecer você!

Olhar o sol nascer e morrer!
Esquecer que existe tempo...
Esquecer que te amo...
Viver só! Sem nada pra me fazer sofrer.

Sonhar dias inteiros!
Discursar horas e horas!
Fazer planos de papel... E à noite queimá-los.

Ser só eu!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

“Só poderei sorrir no dia em que o mundo sorri e a dor for só uma lembrança distante.” (Rígel Castro)

“Só poderei sorrir no dia em que o mundo sorri e a dor for só uma lembrança distante.”

Aconselho-te a nunca perder a esperança no ser humano pois, é nessa utopia que vive a chave para mudar o mundo. Muitas vezes senti essa mesma desilusão, mas ao contrario de você, o meu sofrimento não foi por fantasiar um fato, mas sim, por viver no mundo real.

Os dias que teimam em ser eternos. (Rígel Castro)

Só queria por uma vez olhar nos olhos das pessoas e conseguir enxergar a esperança.
A minha acabou
É triste...
Mas acabou.
E é por isso que a solidão se aprisionou nos meus sonhos.

Procuro o que não vou encontrar,
E tento escutar o que não existe.
Luto contra um mundo cheio de seres irracionais.
Mas quem merece meu sangue?
Quem merece a minha dor?

Carrego no meu nome o sinônimo da tristeza e da solidão.
Sonho coisas tão impossíveis!

A vida daquele que ama,
Sem nada pedir em troca,
Nem sempre parece ser
O que o sorriso deixa transparecer